O Instituto Cooperforte tem o compromisso de levar a capacitação e a inclusão no mundo do trabalho para os atendidos de todos os projetos em que atua pois entende a responsabilidade que lhe é incubida quanto à transformação da vida de pessoas e entidades. E uma das fontes dessa transformação é a educação financeira.

Por meio de sua oficina, Saúde Financeira Não Tem Preço, o Instituto leva, à maioria dos atendidos por seus projetos e públicos alvos das ações sociais do Instituto Cooperforte, experiência e treinamento de qualidade para proporcionar base onde o empreendedorismo e as ações futuras dos atendidos terão forte alicerce.

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Os voluntários do Instituto levam a Oficina de Educação Financeira aos atendidos em todo Brasil

O Instituto Cooperforte tem o compromisso de levar a capacitação e a inclusão no mundo do trabalho para os atendidos de todos os projetos em que atua pois entende a responsabilidade que lhe é incubida quanto à transformação da vida de pessoas e entidades. E uma das fontes dessa transformação é a educação financeira.

Por meio de sua oficina, Saúde Financeira Não Tem Preço, o Instituto leva, à maioria dos atendidos por seus projetos e públicos alvos das ações sociais do Instituto Cooperforte, experiência e treinamento de qualidade para proporcionar base onde o empreendedorismo e as ações futuras dos atendidos terão forte alicerce.

Essa oficina, ministrada por voluntários, delegados e parceiros do Instituto que possuam competência para tal, apresenta os assuntos de forma dinâmica e acolhedora, proporcionando participação, tira dúvidas e aproximando a linguagem com seu público alvo. Nesse cenário, são abordados assuntos como uso consciente do crédito, boas práticas para a saúde financeira da família, maus hábitos que afetam o orçamento familiar, e orientação sobre como gastar o dinheiro de modo eficiente.

Desperdício
desperdicio

O desperdício também é abordado nas Oficinas de Saúde Financeira. A oficina foi concebida para abordar temas do cotidiano e que afetam diretamente o bolso das pessoas. Falar de desperdício de dinheiro também engloba abordar o desperdício dos recursos que temos em nossa própria casa. Afinal, além de pesar no bolso, desperdiçar prejudica o planeta. O uso excessivo de água, energia, embalagens e alimentos é prejudicial, seja financeiramente ou socialmente falando. Alimentos comprados além da necessidade, por exemplo, ao perder a validade, irão para o lixo, assim como o dinheiro usado na compra. O objetivo é utilizar o dinheiro de maneira consciente.

Algumas práticas devem estar presentes na vida das famílias a fim de evitar esse desperdício. A água, por exemplo, pode ser uma grande fonte de despedício. Revisar de tempos em tempos válvulas, torneiras, chuveiros, descarga, mangueiras e tudo que possa provocar perda de água é importante. Banhos demorados e deixar a torneira aberta para se barbear ou escovar os dentes também são alguns dos vilões do desperdício dentro de casa. Além disso, evitar sujar o que não precisa ajuda a economizar água e produtos de limpeza.

No contexto de economia dentro de casa, a energia elétrica pode ser grande aliada. Luzes acesas durante o dia ou em cômodos onde não há ninguém são um gasto sem necessidade. Além do mais, lâmpadas e eletrodomésticos antigos consomem muito mais eletricidade que os modernos. Estes possuem o selo verde Procel, que indica o nível de consumo de cada aparelho. No fim das contas a troca pode ser benéfica pois um eletrodoméstico mais eficiente, com um consumo consideravelmente inferior, retornará o investimento inicial em função da diminuição dos gastos.

Por fim, pagar juros ou receber multas é o mesmo que rasgar dinheiro, e que fará falta para outras coisas. Organizar as contas para evitar atrasar pagamentos pode ajudar a sobrar dinheiro no final do mês.

De modo geral, deve-se ter controle dos gastos para se evitar os desperdícios. Alguns itens são fundamentais dentro de um orçamento doméstico e ter previsibilidade do valor que se tem ou que se deve ter, ajuda nesse planejamento. Despesas e receitas mensais, que se mantêm todos os meses devem ser considerados, bem como o histórico para ajudar a prever novas despesas.

Crédito

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Outro tema de vital importância para as Oficinas de Educação Financeira é referente ao uso consciente do crédito. Ao se pensar em crédito, deve-se levar em consideração o porquê desse uso, se há alternativas como gastar menos ou ganhar mais dinheiro. O uso do crédito, das prestações e de carnês deve ser restrito apenas à compra de bens necessários e indispensáveis para se manter a saúde financeira. Sendo assim, a oficina é um importante canal de orientação a fim de que a alternativa do crédito não se torne uma armadilha.

Na compra de bens necessários e indispensáveis é importante procurar alternativas mais simples e baratas, porém sem abrir mão da qualidade. A qualidade vai afetar a durabilidade do produto, e um bem que não dure irá gerar mais custos do que benefícios.

A respeito do uso de prestações e crediário, se for necessário utilizá-las, dar a maior entrada possível ajuda a negociar taxas de juros mais baixas. Deve-se evitar prazos longos e extenso número de prestações. Além disso, prazos menores são uma boa alternativa, mesmo que o valor da prestação não fique tão baixo. A sobreposição de prestações deve , porém, ser evitada.

Se a decisão for realmente utilizar-se do crédito, deve-se ficar atento às taxas de juros e ao custo final, já que comparar o preço de diferentes lojas pode abrir margem para negociação. Além disso, guardar os comprovantes de pagamento, notas fiscais e termos de garantia é um hábito necessário e que ajuda a poupar e evita dores de cabeça futuras.

Gastar mais do que se ganha, gastar por impulso ou gastar antes de receber. Esse é o nascimento de uma dívida. E para evitar tal situação, poupar e economizar sempre que puder ajuda a manter reservas financeiras. Imprevistos acontecem com todos, porém quem se previne e mantém uma pequena reserva em vez de endividar-se, pode recorrer a essa reserva e enfrentar o problema com mais facilidade, sem tornar o crédito em um vilão para sua saúde financeira.

SAÚDE FINANCEIRA NÃO TEM PREÇO!

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Apresentação da Oficina de Saúde Financeira

Então, de maneira bem resumida, algumas atitudes são essenciais para se evitar o endividamento e organizar o orçamento. É essencial saber quanto se tem a receber e quanto se tem para gastar. Assim sendo, a Oficina de Saúde Financeira é o caminho oferecido para que os atendidos pelo Instituto Cooperforte aprendam a ter o controle de sua vida financeira pessoal e profissional. É nisso que o Instituto Cooperforte acredita e essa é a forma que o Instituto busca instruir seus atendidos para o sucesso financeiro e pessoal de suas vidas.